A teoria cepalina, desenvolvida pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), sustenta que países periféricos enfrentam dificuldades para se desenvolver por meio da especialização na exportação de produtos primários. Com isso, a teoria defende que o desenvolvimento econômico deve ocorrer por meio da industrialização nacional, da substituição de importações e de uma atuação ativa do Estado na promoção da indústria.
A teoria da dependência associada, de Fernando Henrique Cardoso, sustenta que o desenvolvimento econômico de forma independente do exterior é altamente limitado. Com isso, a teoria defende que o desenvolvimento deve ocorrer de forma dependente do exterior, com medidas como o aumento da atratividade para que empresas multinacionais migrem partes de sua produção para países periféricos e a facilitação da importação de produtos e tecnologias para os quais o país não possua eficiência produtiva.